Um mapa honesto dos pontos que estão custando resultado ao grupo — e de como cada um deveria funcionar.
Em pouco tempo o grupo passou de uma operação enxuta para várias marcas e frentes — açaí, cafés, restaurantes, empório, armazém. Crescimento assim é uma conquista, mas abre folgas: decisões sem dono claro, processos informais e custos que passam despercebidos. Este documento não aponta culpados. Ele mapeia onde a estrutura ainda não acompanhou o crescimento, para que a direção decida com clareza.
A precificação vem sendo feita com uma IA genérica, sem considerar público, região, custo real ou margem. O resultado aparece na ponta:
As reuniões semanais foram suspensas justamente por não serem produtivas. Quando aconteciam, viravam espaço de atrito pessoal entre áreas em vez de decisão. Reunião de liderança sem condução clara desgasta a equipe e não resolve.
Sem fronteiras claras de responsabilidade, eventos importantes chegam sem preparação e cada um cobre o buraco do outro na hora. No dia da inauguração em Guarajuba, por exemplo, não havia definição de transporte da equipe nem de logística — coisas que deveriam estar prontas com antecedência.
Algumas posições críticas — sobretudo em conteúdo e criação — não têm um padrão definido de competência e comprometimento esperado. Sem esse padrão, a qualidade fica dependente de boa vontade, e a marca entrega abaixo do que poderia. A questão aqui é de critério e estrutura, não de pessoas isoladas.
O próximo passo sugerido é simples: escolher uma frente para corrigir primeiro — a precificação é a de retorno mais rápido — e, a partir dela, desenhar junto com a direção como o grupo passa a operar com método. O diagnóstico está na mesa. A decisão é de vocês.